O fôlego acabou, Norok tomou fôlego de novo e lançou mais uma vez o bafo do dragão dentro do Ente, mais uma vez o vento inflamou e queimou tudo por onde passou. De novo, sem ar, ele reuniu fôlego e lançou a baforada numa direção qualquer, andou perdido perto da Elfa caÃda, as roupas chamuscada, e lançou a baforada para os céus que enrubreceram com as chamas. Norok caiu de joelhos, tombou para o lado e chorou copiosamente. O Ente despertou de seu transe mágico, viu Norok choroso, a Elfa já não se mexia mais. Atingida por uma flecha na perna e outra cravada em show lado. O pequena usará toda energia mágica que com seguiu guardar do Sol, estava letárgico e pararia de se mexer em breve, esperando o alvorecer. Triste, ele se abraçou. Os galhos dele mesmo se envolvendo. Lentamente ele parou de se mover. Norok não queria desistir da Elfa, ela não desistiu dele. Pegou-a nos braços, virou para Suvkran e caminhou perdidamente floresta a dentro. Chorando e cambaleando, pois o veneno começara a fazer nele também. Broto sentiu a solidão, não podia falar, nem se mexer. Só podia estar ali. Tristonho, o pequeno toco de madeira chorou uma gota de orvalho, observando o Guerreiro do Outono desaparecer na floresta.
Fim.
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